Resistência ao colonialismo algorítmico, sublevação, inclusão e inovação na criptoarte brasileira.
O livro analisa a emergência da criptoarte no Brasil e o seu potencial como prática capaz de operar insurgência estética e política, ampliando a representatividade no ambiente algorítmico. A pesquisa mapeia criptoartistas brasileiros, investigando seus perfis, processos criativos e tecnologias utilizadas. Com base em autores como Rancière, Foucault, Bourriaud e Spivak, discute como a criptoarte pode tensionar estruturas de poder, e questionar desigualdades algorítmicas, contribuindo para compreender as estruturas de enfrentamento do colonialismo algorítmico.






